sábado, 7 de setembro de 2013

Charge de Cristo baleado por PM gera polêmica no Rio

 

A obra foi elaborada por Carlos Latuff
A obra foi elaborada pelo cartunista Carlos Latuff
Uma charge, que retrata um homem negro crucificado – em clara referência a Jesus Cristo – e um policial, está gerando polêmica no Tribunal de Justiça (TJ) do Rio de Janeiro. A obra foi feita pelo cartunista Carlos Latuff e estava exposta no gabinete do juiz João Damasceno, quando por determinação de Órgão Especial do TJ, nesta quarta-feira (4), foi retirada da parede.
A decisão do Órgão Especial foi tomada a partir de solicitação do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP).
Além de ter encaminhado esse pedido à presidente do TJ – desembargadora Leila Mariano, o parlamentar ainda defende que os policiais militares do Rio entrem com ação indenizatória contra o artista e o magistrado.
“No quadro vislumbra-se a imagem de um policial militar sendo autor de um disparo de arma de fogo em um homem preso a uma cruz, fazendo alusão à crucificação de Jesus Cristo. [...] A obra pretende fazer crer que todos os policiais militares são pessoas que vestem suas fardas para cometer os mais perversos crimes contra a humanidade, em referência, ainda que indireta, à morte de Jesus Cristo”, argumenta Bolsonaro, que considera que a gravura ofende a instituição policial e seus membros.
O deputado propõe ainda que o valor a ser pago por uma hipotética condenação dos réus seja de R$ 28 mil.
Já o magistrado Damasceno interpreta a cena da seguinte forma: “a obra do cartunista Carlos Latuff, retratando um homem negro pregado numa cruz e alvejado no peito pelo disparo do fuzil de um policial, colocada na sala de audiências da 1ª Vara de Órfãos e Sucessões do Fórum Central, evoca a violência do Estado contra o povo ao longo da história”. Ele é favorável ao conceito de desmilitarização.
O juiz compara a repressão que se viu nos protestos de junho ao que se passa nas periferias. Nas comunidades periféricas, diz ele, “a munição disparada não é de borracha. A política de segurança pública militarizada tem como alvo os pobres e excluídos, ‘inimigos internos’ sujeitos ao extermínio. Instituída a pretexto de combate à criminalidade, a violência do Estado se destina ao controle social em benefício da classe que se aproveita da dominação”.
No entanto, João não se opôs à determinação do Órgão Especial do TJ e a charge foi acolhida pelo desembargador Siro Darlan. Damasceno classificou a situação como um ‘asilo artístico’.
Em sua página no Facebook, Latuff defende a livre exibição do desenho e relatou supostas ameaças que teriam sido feitas por PMs, também na rede social, contra Damasceno.
 
Fonte TCP

Pr. Cláudio Duarte fala sobre a relação do evangélico com o sex shop


Foto: Natália de Oliveira/G1
 
Há 20 anos, Ivani Parreira e o marido resolveram trocar a lanchonete que o casal administrava em Sorocaba (SP) por um sex shop. Hoje, aos 68 anos e divorciada, Ivani conta com a ajuda dos três filhos e de duas netas para comandar a loja.
“Eu topei na hora, mas confesso que fiquei nervosa, até meio que envergonhada. Além disso, também senti medo de que me julgassem como uma mulher ‘da vida’ por administrar esse tipo de negócio”, relembra a empresária. O receio na época foi ainda maior porque Ivani era evangélica. Ela conta que sofreu muito preconceito de pessoas que não tinham conhecimento sobre o assunto e achavam que a sua loja tinha envolvimento até com prostituição.
Depois de abrir a loja, Ivani deixou de frequentar a igreja evangélica. Mesmo assim ela afirma que o ramo do comércio não influenciou nessa decisão. “Parei de ir à igreja só por falta de tempo. Mas a pessoa que segue religião pode muito bem inovar na cama com o marido, tanto que atendo na loja muitos evangélicos. A única diferença é que eles compram produtos para usar com seus cônjuges. A loja deve ser vista como uma aliada para os casais inovarem e manterem sempre acesa a aquela chama”, diz ela, que fez questão de criar os três filhos na igreja evangélica.
 
Imagem: divulgação
 
Aos evangélicos, Pr. Cláudio Duarte não recomenda este tipo de negócio
 
“Ah, eu não acho muito certo ganhar dinheiro com o prazer dos outros (risos). Bom, mas falando um pouco mais sério agora, eu compararia o fato de um cristão ter um sex shop com alguém que quer montar um bar e vender bebida alcoólica e cigarro. O problema é que se um cristão é dono de um sex shop, tem coisas que ele não deveria comercializar. Existe uma série de produtos como: óleos de massagens, líquidos lubrificantes, anéis para retardamento da ejaculação e outros, que podem ser extremamente benéficos para um relacionamento conjugal sadio.
Às vezes a mulher está com uma alteração hormonal e um lubrificante pode ser perfeitamente aceitável. Até usar uma fantasia não tem nada demais. O problema é que o desejo pelo corpo do conjugue deve vir em primazia. Um produto para apimentar a relação é outra história, pois é um acessório. Por outro lado, existe pênis de dupla penetração no sex shop que um cristão não deveria fazer uso, pois sai do contexto de santidade.
Não posso dizer que é pecado um cristão ter tal comércio, mas diria que não é recomendado. Se eu for avaliar pelo lado bíblico: ‘Todas as coisas são lícitas, mas nem todas me convém’ . Eu não teria, nem recomendaria um sex shop para nenhum membro de minha igreja, então não recomendaria para ninguém mais. Portanto, gostaria apenas de fazer uma observação: fuja da aparência do mal.”
 
Imagem: divulgaçãoPr. Cláudio Duarte é autor do sucesso “Sexualidade sem censura”, livro publicado pela Editora Central Gospel. Para adquirir, CLIQUE AQUI! 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Novas revelações indicam injustiça na prisão do Pr. Marcos Pereira

 

Imagem: Divulgação/Montagem
Um conflito envolvendo José Júnior, coordenador do grupo AfroReggae e o pastor Marcos Pereira, líder da Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias não parece dar sinal de trégua. Após muita especulação e poucas provas pastor Marcos está preso, desde o dia 8 de maio, aguardando julgamento e José Júnior, pelo que parece, protegido pela polícia. Os “buracos” e a falta de cuidado na investigação fizeram com que 15 parlamentares se reunissem com o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame. O assunto é justamente discutir a investigação da Polícia Civil, que levou a prisão do pastor.
Segundo matéria publicada no jornal ‘O Dia’, a apuração policial colocou em lados opostos dois ex-amigos com vocação de resgatar traficantes do mundo do crime. De um lado, Marcos Pereira, acusado de estuprar ex-missionárias da sua igreja. De outro, o coordenador do grupo AfroReggae, José Júnior, que após denunciar o pastor por tramar a sua morte em parceria com o crime organizado, transformou assessores de seu grupo cultural em investigadores a serviço da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod).
Um desses homens é o pastor Rogério Ribeiro Menezes, ex-homem de confiança de Marcos Pereira. Rogério trocou a igreja pelo AfroReggae. Foi ele quem convenceu e levou — algumas vezes em seu próprio carro — todas as testemunhas à delegacia.
Ainda segunda a matéria, chama a atenção o fato de uma das testemunhas contra o pastor ter começado a trabalhar em seguida no AfroReggae, após ter sido levada pelo pastor Rogério à Dcod para acusar o pastor Marcos de encenar milagres e resgates de bandidos. E com um adendo: o depoimento aconteceu depois da meia-noite. Horário pouco convencional para uma delegacia especializada, com expediente reduzido e num inquérito que se arrastou por mais de um ano, mas que se repetiu. Ao todo, cinco pessoas foram ouvidas na polícia entre 22h e 1h.
Beto Neves (cabelo comprido e barba) ao lado de José Júnior (de boné).  uma foto ilustra bem o momento atual: a parceria do pastor Rogério Menezes (que levou todas as testemunhas contra Marcos Pereira até a Dcod) com José Júnior, autor das denúncias e chefe de Rogério no AfroReggae, ao lado do policial Beto Chaves, amigo do delegado Márcio Mendonça os três vestiam a mesma camisa do programa idealizado pelo AfroReggae e confraternizavam com o então chefe de Polícia Civil Allan Turnowski. À época Júnior ainda era amigo do pastor Marcos Pereira
Beto Neves (cabelo comprido e barba) ao lado de José Júnior (de boné). Foto ilustra bem o momento atual: a parceria do Pr. Rogério Menezes com José Júnior, ao lado do policial Beto Chaves, com o então chefe de Polícia Civil Allan Turnowski
 
Outra incoerência
Em uma das parcerias bem sucedidas do AfroReggae com o governo do estado chama a atenção da sociedade o fato do delegado Márcio Mendonça ter sido nomeado, este ano, para comandar as investigações sobre o suposto envolvimento do pastor Marcos Pereira com o crime organizado.
A questão é que um dos policiais que integra, pelo menos desde 2010, a equipe do delegado é Roberto Chaves de Almeida, o Beto Chaves, coordenador do Projeto Papo de Responsa — parceria da Polícia Civil com a ONG comandada por José Júnior.
Desde o lançamento, em 2009, o programa é coordenado por Beto Chaves e, até março deste ano, a sede do projeto era no próprio AfroReggae.
Erros no ‘processo’ 
Parcialidade: Todas as testemunhas ouvidas no inquérito foram levadas por funcionários do AfroReggae. Algumas receberam a promessa de casa e emprego no próprio grupo cultural, onde cinco cumprem jornada regular de trabalho.
Sem apoio legal: Segundo os advogados, escutas divulgadas pela delegacia não foram autorizadas nos processos abertos por associação ao tráfico, estupro e coação de testemunhas. A acusação fala sobre interceptações, mas não há garantia de que as provas tenham sido obtidas legalmente.
Calada da noite: Cinco das principais testemunhas foram ouvidas tarde da noite e até de madrugada na Dcod. Em dois casos, depois da meia-noite. O expediente lá termina às 18h, como informam os plantonistas. Em um caso, o policial teve que ser chamado às pressas em casa.
Descuido: Apesar de relatos de lavagem de dinheiro por parentes do traficante Márcio Nepomuceno e supostamente pelo pastor, não foram pedidas as quebras de sigilo financeiro e bancário. Testemunhas relatam contas em bancos e depósitos regulares (até R$ 50 mil). Só agora casos foram desmembrados.
Preguiça: Testemunhas contaram que três pessoas foram mortas a mando do pastor e os corpos enterrados numa fazenda em Tinguá, Nova Iguaçu. Um ano depois, o local não foi vistoriado, e acusados tiveram tempo para eliminar evidências. Uma testemunha é, inclusive, ré confessa.
Olhos fechados: Um mesmo depoimento, que ganhou crédito por denunciar as farsas do pastor, foi ignorado pelos investigadores ao falar sobre ‘doações’ de dinheiro e bens públicos.
Estacionado: Após um ano, a polícia ainda não descobriu o médico que seria responsável por fazer os abortos em vítimas de estupro que supostamente engravidaram do pastor. E isto apesar dos detalhes que as mulheres deram nos depoimentos e da facilidade de localizar o consultório.
Acusação e investigação mais criteriosa 
Ao falar sobre o pastor Marcos Pereira, Júnior sempre ataca. Ele chegou a fazer uma grave denúncia: “Tenho uma gravação com o cara contratado para me matar. Combinei que só vou mostrar o conteúdo quando ele (o matador) morrer”.
O pastor, por sua vez, alega inocência, afirma que segue evangelizando na cadeia, e já retirou os processos que tinha contra José Júnior.
Enquanto isso, 15 parlamentares se reuniram com o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame. O assunto é justamente discutir a investigação da Polícia Civil que levou à prisão de Marcos Pereira. A conversa foi encabeçada pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP). Nenhuma notícia oficial foi divulgada ainda sobre os resultados da reunião.
Alguns dos deputados são evangélicos e pedem explicação sobre a manipulação das testemunhas e o uso de provas ilícitas por parte de pessoas que trabalham no AfroReggae. Há uma gravação deles oferecendo casa e trabalho para convencer um homem a depor contra o pastor.
Juíza critica investigação
A matéria do ‘O Dia’ também revela uma curiosidade do inquérito, que foram sublinhadas pela juíza Cláudia Pomarico Ribeiro, da 43ª Vara Criminal, ao negar o pedido de interceptação telefônica feito pelo delegado Márcio Mendonça. Após criticar a investigação, ela destacou que entre as pessoas a serem ouvidas, uma morreu em 2008.
A decisão da juíza alertou os advogados do pastor. Como o delegado ouviu, supostamente, um comentário do pastor sobre uma missionária se a autorização de escuta foi cancelada?
O delegado, que em outra ocasião aceitou vídeo editado e colocou na cadeia o líder comunitário da Rocinha Willian de Oliveira, não quis comentar. Alegou sigilo profissional.
Inquérito se transforma em 4 processos
Aberto para investigar a ligação do pastor Marcos com o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro, o inquérito na Dcod acabou se transformando em quatro processos — dois por estupro e dois por coação de testemunhas, sendo um deles já arquivado e, em outro, a vítima recuou na acusação e acusou os policiais de prepararem seu depoimento.
“Falei 10 minutos e preencheram quatro páginas. Assinei porque fiquei com medo”, acusa Elisângela Cardoso de Jesus, que gravou um recado no celular deixado por funcionária no AfroReggae, o qual classifica como ameaça: “Te cuida que o Diabo está furioso”.
 
Fonte: Jornal O Dia

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Modelo evangélica será capa da revista Playboy


Modelo evangélica será capa da revista Playboy

A revista Playboy anunciou antecipadamente qual será a “pauta” da edição do mês de setembro.
Esta é um estratégia da revista que segundo rumores estaria fechando as portas. No entanto, a investida da vez é a modelo Aline Franzoi. Ela já participou de concursos de Miss e também teve uma participação no novela “Guerra dos Sexos”.
Aline ganhou notoriedade ao se tornar a
primeira ring girl  do UFC (Ultimate Fighting Championship).
Com apenas 20 anos a modelo realizou um ensaio sensual para revista Vip. Quando perguntaram se ela posaria nua, respondeu que não por ser evangélica. O que despertou surpresa.

Nas redes sociais de Aline é possível ver muitas mensagens religiosas, além de fotos em trabalhos como modelo. A revista deverá sair em setembro, mas pouco se sabe do ensaio da ring girl.

Em entrevista ao Uol, ela declarou. “Sou evangélica e uso meu Facebook para dizer o quanto Deus foi e é poderoso em minha vida. E, afinal, o que tem de errado? É muito relativo o que é certo e errado, concilio não só essa nova carreira, como a carreira de modelo também, pois, na minha concepção, Deus olha o nosso coração e a nossa intenção”.

Virou moda mesmo no Brasil.
Pessoas querem, de qualquer maneira, adaptar o evangelho ao seu estilo de vida promiscuo e se esquecem que somos nós quem temos de nos adaptar nossa vida ao santo evangelho.
Deus com certeza estará olhando o seu coração e a dureza do seu coração. mas os homens podem ver a sua nudez que deveria ser preservada para seu marido.
Toma vergonha na cara.

Pastor pede respeito aos evangélicos “Não somos gado”

Pastor pede respeito aos evangélicos “Não somos gado”

O pastor Geremias de Couto criticou a falta de propósito da reunião das cantoras evangélicas com a presidente Dilma Rousseff, em um post no seu blog chamado “Não somos gado, Dilma Rousseff” . Além de pastor assembleiano, Couto é escritor e jornalista.

O pastor falou sobre Dilma abrir seu gabinete para ouvir diversos grupos e numa tentativa de ouvir o que estes tem a dizer sobre a atual situação do país, diante dos protestos realizados.
A questão que Geremias levantou é de que um pessoa ou grupo de pessoas, não pode ser identificado com “representante” de um todo. Cada grupo, segundo ele, fala representando – no máximo – a si próprio.

Afinal “não temos nenhuma voz institucional com procuração para falar em nosso nome. Cada grupo fala, no máximo, representando o próprio grupo. Somos diversificados e as nossas lideranças não são ainda capazes de estar unidas em questões dessa monta”, argumenta.

Geremias pensa como certamente a maioria dos líderes evangélicos, é que se aproveitasse a oportunidade para o que chamou na ocasião de “exercício da voz profética”. Segundo a imprensa; músicas, orações e palavras de apoio à presidente. Aconteceram lá dentro durante a reunião.
Ele ainda classificou assim como Feliciano, negligência o fato de as cantoras e pastoras não quererem. “discutir uma pauta definida que contemple os anseios da população e confronte os erros do governante com suas medidas injustas, opressivas e destruidoras dos valores que sustentam a sociedade”.

O pastor lamentou que nada de concreto resultou o encontro, e classificou como “uma estratégia eleitoral para engabelar os cristãos”. O pastor acredita que Dilma não pode olhar para os evangélicos como “mero curral eleitoral”. Mas sim como “voz profética que tem muito a oferecer para a construção de um país mais justo e mais próspero”.

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Google: a cada mês, 55 milhões de buscas são por ‘Deus’

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Google: a cada mês, 55 milhões de buscas são por ‘Deus’
Imagem: Divulgação
 
As pessoas passam cada vez mais tempo na internet, seja em computadores ou nos celulares. Estar conectado com o mundo virtual parece ser essencial ao cidadão moderno. O site mais visitado diariamente ainda é o Google, a ferramenta de busca mais popular.
 
Uma pesquisa do site Protestante Digital indica que é possível identificar como essas buscas podem estar relacionadas com a experiência espiritual das pessoas. Não por acaso, 55 milhões de vezes as pessoas procuram pela palavra “Deus” a cada mês. O livro mais procurado pelas pessoas diariamente é a Bíblia, que pode ser lida na íntegra em diversas traduções e gratuitamente.
 
Embora seja impossível dizer qual o total nos outros sites de busca, os dados do Google Trends podem oferecer uma boa ideia sobre o que acontece por trás do mouse.
 
Essas ferramentas conseguem filtrar cada vez melhor as tendências dos usuários e aplicá-los aos seus resultados de busca. Quando se digita a palavra “Deus”, aparecem cerca de 124 milhões de resultados e para “Jesus” são 67 milhões e 100 mil. Isso somente em português. Inegavelmente há uma procura acentuada por esse termo todos os dias.
 
A lista de resultados coloca em primeiro lugar, em ambos os casos, o artigo na Wikipedia. A seguir surgem páginas com conteúdo evangélicos, católicos e espíritas. Para Deus o primeiro vídeo em destaque é de humor, do grupo “Porta dos Fundos”. O termo Jesus oferece entre os 10 primeiros resultados o vídeo completo do “Filme Jesus”.

‘Desviada’ emociona Perlla com mensagem de conversão no Facebook

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Gospel                 

‘Desviada’ emociona Perlla com mensagem de conversão no Facebook

Perlla postou em seu Instagram, nesta terça-feira (4), uma mensagem deixada por uma mulher em seu Facebook, onde a mesma relata que estava “desviada” e que voltou para os “caminhos do Senhor” graças ao testemunho de vida da cantora.
Veja a reprodução da imagem:
Imagem: reprodução